A quebra do sigilo bancário e fiscal do presidente Michel Temer foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Roberto Barroso, em dezembro e 2017. Barroso é relator do caso no STF.
De acordo com o G1, a Procuradoria Procuradoria-Geral da República confirmou a informação, no entanto, não há informações sobre as pessoas físicas e jurídicas que tiveram seus sigilos quebrados.
Um outro pedido, do delegado que preside o inquérito, Cleyber Malta Lopes, aguarda análise na PGR. Lopes solicitou medidas à PGR em 19 de dezembro de 2017, mas afirmou, em ofício, que o pedido ainda está pendente. Para o delegado, as medidas - que ele não detalha - são "imprescindíveis" para esclarecer crimes investigados no inquérito.
A PGR diz que se manifestará nos autos.
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