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Política em Foco "grupo 300"

Ativista Sara Winter é presa em inquérito que apura atos contra o STF

A prisão da ativista acontece dias depois que o grupo liderado por ela lançou fogos de artifício contra o prédio do STF em Brasília

15/06/2020 09h29 Atualizada há 6 anos atrás
Por: Keila Abreu Fonte: Exame
Reprodução
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A ativista Sara Winter foi presa nesta segunda-feira no âmbito de um inquérito que apura a realização de atos contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional, disseram duas fontes com conhecimento do assunto.

A prisão da ativista, que lidera um grupo de inspiração militar que apoia o presidente Jair Bolsonaro, acontece depois de, no fim de semana, este grupo ter lançado fogos de artifício contra o prédio do STF em Brasília.

magens do ataque foram divulgadas em redes sociais e levaram o procurador-geral da República, Augusto Aras, a abrir uma investigação atendendo a pedido do presidente do STF, Dias Toffoli.

A ativista teve o pedido decretado dentro do inquérito que investiga o financiamento de manifestações antidemocráticas. Outros cinco pedidos de prisão foram feitos, também de ativistas do grupo 300 pelo Brasil.

Sara Winter já havia sido alvo de um mandado de busca e apreensão no âmbito do inquérito aberto por iniciativa do Supremo e que investiga a elaboração e disseminação de fake news e ataques e ameaças contra ministros da corte.

Bolsonaro participou de algumas das manifestações com cartazes contra o STF e o Congresso, investigadas pelo Supremo, e chegou a discursar em uma delas que foi realizada em frente ao quartel-general do Exército, em Brasília.

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