A ativista Sara Winter foi presa nesta segunda-feira no âmbito de um inquérito que apura a realização de atos contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional, disseram duas fontes com conhecimento do assunto.
A prisão da ativista, que lidera um grupo de inspiração militar que apoia o presidente Jair Bolsonaro, acontece depois de, no fim de semana, este grupo ter lançado fogos de artifício contra o prédio do STF em Brasília.
magens do ataque foram divulgadas em redes sociais e levaram o procurador-geral da República, Augusto Aras, a abrir uma investigação atendendo a pedido do presidente do STF, Dias Toffoli.
A ativista teve o pedido decretado dentro do inquérito que investiga o financiamento de manifestações antidemocráticas. Outros cinco pedidos de prisão foram feitos, também de ativistas do grupo 300 pelo Brasil.
Sara Winter já havia sido alvo de um mandado de busca e apreensão no âmbito do inquérito aberto por iniciativa do Supremo e que investiga a elaboração e disseminação de fake news e ataques e ameaças contra ministros da corte.
Bolsonaro participou de algumas das manifestações com cartazes contra o STF e o Congresso, investigadas pelo Supremo, e chegou a discursar em uma delas que foi realizada em frente ao quartel-general do Exército, em Brasília.
Quadro Atualizado Roberta Roma deixa unidade semi-intensiva e é transferida para quarto em Salvador
Calendário Alterado A 6 dias da eleição, governo antecipa pagamento para todos os beneficiários do Bolsa Família
Em São Paulo Deputado estadual Marcelo Aguiar é detido após disparo em bar
Justiça TSE dá 24 horas para Meta dar informações sobre igualdade de campanhas
Eleições 2026 André Janones é internado na UTI após arritmia cardíaca depois de debate entre Lula e Flávio
ELEIÇÕES 2026 Flávio Bolsonaro tem 50,3% e Lula, 49,7% dos votos válidos, aponta BTG/Nexus a seis dias do 2º turno