O governo federal deve gastar cerca de R$ 441 bilhões em programas de assistência social em 2025, segundo levantamento do Poder360. O valor inclui iniciativas como Bolsa Família, BPC (Benefício de Prestação Continuada), Seguro-Desemprego, Pé-de-Meia, Minha Casa Minha Vida, entre outras ações voltadas ao “bem-estar social”.
O Bolsa Família lidera os gastos, com previsão de R$ 157 bilhões, seguido pelo BPC, que deve consumir R$ 114 bilhões, e pelo Seguro-Desemprego, estimado em R$ 88 bilhões. Programas como Assistência das Cidades, Pé-de-Meia e Minha Casa Minha Vida somam, juntos, cerca de R$ 70 bilhões.
Somados, esses valores representam quase 4% do PIB brasileiro e superam o montante previsto para investimentos federais em infraestrutura, ciência e tecnologia juntos. Especialistas destacam que parte desses benefícios atende necessidades reais da população de baixa renda, mas cobram políticas de saída, como capacitação profissional e incentivo ao empreendedorismo.
A preocupação, segundo analistas, é que o número de beneficiários e os custos têm crescido ano após ano, sem a implementação de programas consistentes que promovam autonomia financeira das famílias atendidas.
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