Principal contratação do Bahia na temporada, o meia Rodriguinho está de volta ao time. Recuperado de uma fissura no pé que o tirou de nove partidas do tricolor, ele garante que está pronto para entrar em campo diante do Melgar, nesta quinta-feira (5), às 21h30, na Fonte Nova, pelo jogo de volta da segunda fase da Copa Sul-Americana.
Questionado se será titular durante o confronto com os peruanos, Rodriguinho despistou e tratou de jogar a responsabilidade sobre a escalação para o técnico Mano Menezes.
“Me sinto confortável para voltar a atuar, a gente ainda não tem a noção do tempo de partida que eu possa aguentar, já que é um mês fora, lógico que eu vinha fazendo trabalhos físicos para não perder força, mas sabemos que é diferente. A partida tem uma necessidade muito maior de estar com ritmo de jogo para suportar o tempo inteiro. Vamos ver o que o Mano vai querer, se é para eu sair jogando ou entrar no segundo tempo e mudar alguma forma de jogar”, disse o meia.
O que Rodriguinho sabe mesmo é que diante dos peruanos o Bahia só tem uma saída: vencer o jogo. Em desvantagem após ter perdido o jogo de ida por 1x0, em Lima, o Esquadrão precisa de pelo menos dois gols de diferença para sair classificado o tempo normal. Se devolver o placar da partida de ida, a decisão vai para os pênaltis.
Com boa da experiência em torneios de formato mata-mata, Rodriguinho diz que está motivado pelo confronto e dá a receita do que o Bahia precisa fazer para evitar uma surpresa e conseguir controlar o adversário.
“São tipos de jogo que eu gosto, mata-mata sempre tem gosto especial. Lógico que em toda partida a gente entra para fazer o melhor, mas sabendo que não vai ter o amanhã, a gente tenta se concentrar cada vez mais para que as coisas possam acontecer da melhor forma possível. Não vai ser diferente dessa vez. Sabemos que temos que reverter esse placar os jogadores estão motivados para fazer um grande jogo e eu vou estar aqui também para ajudar a sair classificado”, disse.
“O primeiro que temos que fazer é pressionar a equipe adversária, não os deixar confortável em nenhum momento. Segundo, não tomar gols para não aumentar a vantagem deles e que a gente possa estar vivos o tempo inteiro. Sair na frente, que facilita as coisas e coloca a responsabilidade do outro lado. Assim que aparecer a oportunidade concluir e fazer o gol para que a gente possa ter mais confiança para buscar o segundo. São fórmulas claras que todo mundo entende e temos que colocar em campo amanhã”, finalizou o meia.
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